Quase todo mundo que começa a carreira (e boa parte de quem já está no meio dela) sente em algum momento que não merece estar ali, que vão “descobrir” que não é tão capaz quanto parece. Isso tem nome — síndrome do impostor — e é muito mais comum do que qualquer post de LinkedIn admite.

COMO PARECE DE FORA
Colegas seguros, respostas rápidas, gente que “nasceu sabendo” lidar com a política do escritório.
COMO É POR DENTRO
A mesma incerteza pra todo mundo — só que a maioria aprendeu a não demonstrar isso em público.
Uma ferramenta prática de autoavaliação
Quando a dúvida aparecer, pergunte a si mesmo: “isso é uma avaliação real e específica de uma entrega, ou é uma sensação geral e vaga de inadequação?” Se for específico (“errei esse relatório”), é corrigível e normal. Se for vago (“não sirvo pra isso”), é o padrão de pensamento da síndrome falando mais alto que os fatos.
Guardar um registro simples das suas entregas e feedbacks positivos recebidos ajuda a contrapor esse padrão com evidência real, não com sensação.



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